sexta-feira, 21 de julho de 2017

TUDO SE TRANSFORMA


TUDO SE TRANSFORMA
Denize Vicente - Cidade Maravilhosa-RJ

Imagine que você namora um cara bem legal e vocês ficam noivos. Depois de um tempo vocês decidem se casar e começam a planejar a cerimônia e a grande festa. Escolhem a data, o local, o cardápio, os padrinhos, as madrinhas e os convidados. Uma festa pra 170 pessoas. O orçamento fica pronto. Algo em torno de 95 mil reais. Sim, estamos imaginando que você é uma daquelas garotas que vai casar com um cara que vai pagar quase sozinho os 95 mil reais para a festa do seu casamento.


Agora imagine que está tudo pronto, tudo pago, lista de presentes na loja, e falta apenas uma semana para o grande dia...


É quando vocês, por alguma razão, desistem. Isso mesmo. Não queremos mais nos casar, vocês decidem. A festa... Bem, fazia parte do contrato que em caso de desistência não haveria devolução do dinheiro...

E agora? Chora??

Essa é a história de Sarah Cummins e Logan Araujo; e eles decidiram que pessoas sem teto teriam a noite de gala que o casal havia programado para o casamento. Os convidados, agora, seriam os desabrigados que vivem na região de Indianapolis, no estado da Indiana, nos Estados Unidos. Sarah telefonou para aqueles abrigos que recebem moradores de rua e convidou os desabrigados para um jantar no centro de eventos Ritz Charles, em Carmel.

Sarah e Logan providenciaram roupa nova para os convidados, fazendo contato com empresas locais e moradores da cidade, que doaram ternos, vestidos e outros itens para que eles usassem.

A recepção, no jantar, foi feita pela própria Sarah, com ajuda da sua mãe, de tias e das amigas que seriam madrinhas do casamento. No cardápio, almôndegas ao molho bourbon, queijo de cabra, bruschetta de alho, peito de frango com alcachofras e molho cremoso Chardonnay e o tradicional bolo de casamento. Logan disse acreditar que essa seria uma forma altruísta e generosa de lidar com a situação.


Charlie Allen. Fazia três meses que ele estava num desses abrigos Ganhou um terno pra ir à festa e se achou bem bonito quando se viu vestido com um paletó. Disse que aquela foi uma boa oportunidade que alguém teve de mostrar a ele e aos demais desabrigados o que eles podem ter – ou para lembrá-los daquilo que já tiveram...

Mães e filhas, adultos, crianças... todos os convidados tiveram uma noite fantástica. Não há como duvidar.

Como você tem lidado com as situações que saem de um modo diferente daquele que você planejou? De que modo você tem resolvido os problemas que surgem quando a ideia era que tudo fosse festa e alegria? Qual tem sido seu jeito de ver a vida e transformar as coisas tristes em oportunidades? Você pode, sim, chorar e se sentir devastado, como Sarah se sentiu, mas não precisa ser só isso. Você pode mais.

Eu não sei que eventos na sua vida podem ser oportunidades, mas eu arriscaria dizer que você sempre tem a chance de transformar a sua tristeza na alegria de alguém, além do que, é possível que frequentemente você possa transformar alegria em mais alegria – ou seja, tudo, absolutamente tudo, não importa o que você está vivendo, pode ser uma grande oportunidade de fazer o bem.

Pensando bem, basta querer.

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Referências:


https://extra.globo.com/noticias/mundo/jantar-de-casamento-cancelado-nos-eua-doado-desabrigados-21597763.html - acessado em 21.07.2017.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O VÍRUS DA INGRATIDÃO








O VÍRUS DA INGRATIDÃO
Vinícius Mendes

Teria sido melhor que o SENHOR tivesse nos matado no Egito! Lá, nós podíamos pelo menos nos sentar e comer carne e outras comidas à vontade. Vocês nos trouxeram para este deserto a fim de matar de fome toda esta multidão. Êxodo 16:3

Trabalho escravo. Longas horas de labor estafante debaixo do sol do Egito. Chicotadas dos capatazes. Humilhação verbal e física. Injustiça social. Horrores que não somos nem capazes de imaginar. Essa era a situação do povo de Israel quando sofria a opressão no Egito. À medida que eles cresciam e se multiplicavam, aumentava também a carga de serviço.


Então Deus envia um libertador. Manda pragas sobrenaturais para demons­trar seu poder ao faraó e livra seu povo com milagres extraordinários. Da saí­da da terra cheios de posses à travessia do Mar Vermelho, não havia dúvidas: o Senhor estava com eles. Jubilosos, cantaram ao se dar conta do livramento.

Tudo parecia ir muito bem. Até se aperceberem de um pequeno detalhe: a barriga estava vazia e não havia comida em volta naquele deserto escaldante. Foi o suficiente para o início de um escândalo sem precedentes. Era como se tivessem sofrido um ataque súbito de amnésia. De um instante para o outro, esqueceram-se do poder do Deus que os havia livrado das pragas e aberto o mar. Era algo tão óbvio que não precisava ser perito em lógica para chegar à conclusão de que o mesmo poder que os sustentara tão extraordinariamen­te até então seria capaz de prover o alimento. Porém, foram infectados pelo vírus da ingratidão. Veja bem: sentiram saudades do Egito! Ficaram desejando voltar ao regime de escravidão, apenas para comer carne.

Quando permitimos que o pecado tome conta de nossa mente, corremos o risco de padecer do mesmo mal. Ingratos, esquecemos tudo aquilo que Deus já realizou. Trocamos a esperança da terra prometida e o poder libertador divi­no por um pouco de carne de segunda, ou seja, por algum benefício terreno e passageiro. Cuidado com esse vírus! O antídoto contra a doença da ingratidão é um exercício muito simples: contar as bênçãos.



Quando você se sentir tentado a reclamar do que Deus fez ou deixou de fazer em sua vida, pare um segundo e comece a se lembrar de todas as bênçãos derramadas no passado próximo. Você verá que só tem motivos para agradecer e confiar cada vez mais.

Siga o Mestre - VINÍCIUS MENDES - Inspiração Juvenil – 2017 - CPB

quarta-feira, 19 de julho de 2017

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO


12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
João Octávio Barbosa – Bento Ribeiro City - RJ

É o ano de 1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.¹


Você já viu em livros de história, novelas, e coisas parecidas com essas, como os negros eram maltratados naquele tempo. Eram vistos como mercadorias, com muitas punições físicas e humilhações de todo tipo.

No filme, Solomon, que nem era mais escravo, foi traído por alguém em quem confiava, vendido para longe de casa, e mesmo que se destacasse por suas qualidades em qualquer lugar onde fosse parar, sua situação parecia sempre estar a um passo do insuportável.


É muito impressionante o paralelo com a história de um personagem bíblico muito famoso, chamado José. Não o pai de Jesus; um que viveu muito antes. Convido você que não conhece a história de José do Egito, mas viu o filme “12 anos de escravidão”, para que repare nas coincidências:

Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; (...) Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.
Gênesis 37: 2 e 28

E José era da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito.
Gênesis 41:46


Dos 17 aos 30 anos, ou seja, em 13 anos, apenas um a mais que Solomon, José teve seu “tempo de escravidão”. Em parte, literalmente. Homem livre que era, foi vendido para ser escravo de um povo estranho, à traição, assim como Solomon.

Ao chegar à casa do primeiro dono, se destacou e virou referência de capacidade diferenciada. Salomon também! Porém, José fez inimizades poderosas (esposa do seu dono), assim como Salomon, que brigou com seu feitor!

De lá, José foi para a cadeia, onde passou anos no inferno. Do primeiro dono, Solomon passou para um pior, mais violento e ameaçador! Porém, José, após longo 13 anos, teve sua redenção, através do auxílio de alguém que ele ajudou, e de escravo virou até rei. Salomon teve uma carta enviada a seus amigos pelo auxílio de um quase estranho, e pôde voltar para sua casa... lá ele era rei também.


Incrível, não é? A vida imita a arte, a arte imita a vida. Todos passamos por momentos angustiantes e, alguns, por tormentos tão dolorosos quanto José e Solomon. Talvez, infelizmente, até você. Mas olha como José considerou o seu tempo de angústia de forma madura e sem rancor. Vamos ler o que ele disse para os seus irmãos (os mesmos que o tinham vendido como escravo) quando ele já era rei:

Agora, pois, não fiquem tristes, nem se sintam culpados por terem me vendido para cá como escravo, porque para um bem maior, a conservação das suas vidas que Deus me enviou para cá (tradução livre).
Gênesis 45:5

SPOILER FINAL. José mais que perdoou seus traidores; ele conseguiu compreender que aquilo tinha sido necessário para que anos depois as coisas ficassem melhores para todo mundo. Além disso, ele observou que tudo aquilo fora obra de Deus para o bem geral. Todos os seus 13 anos de sofrimento passaram a fazer sentido!

Se você tem angústias na sua vida, entregue-as nas mãos de Deus; Ele saberá cuidar de você, fazendo com o que os momentos ruins sejam mais suportáveis, e até mesmo dando a você uma compreensão, num tempo bem breve, de quanto essa época foi importante para o seu crescimento.

Entregue seu caminho ao Senhor, confie nele, e o mais ele fará!



Não peço que concordem, espero que reflitam!

terça-feira, 18 de julho de 2017

CRENÇAS - 15

 
CRENÇAS - 15
Airton Sousa - Direto de Florianópolis Paciência - Rio

Nunca vou esquecer aquela noite do meu batismo. Embora eu não tenha chorado naquele momento, foi emocionante, densa, e por isso inesquecível. Já contei aqui... ali estavam meus amigos do blog, minha família, e diante de uma igreja lotada eu pude testemunhar publicamente da minha fé. Era como se eu tivesse nascido novamente. Toda vez que puder eu vou lembrar e contar para vocês que fui batizado nas águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e aquele foi o dia mais feliz da minha vida.

Sempre que assisto uma cerimônia batismal eu vibro muito e sempre sou eu quem puxa as palmas, quando o novo homem é erguido das águas batismais, pelas mãos do pastor celebrante. E em seguida (depois das palmas que eu mesmo puxei) a igreja canta em uma voz só: “É o santo coro, dando o seu louvor, pois se converteu um pecador”.


Jesus Cristo foi batizado por imersão, no rio Jordão. ”Logo ao sair das águas, viu os céus abertos e o Espírito que, como pomba, descia sobre ele. Então ouvigu uma voz do céu, que dizia: Este é o meu filho amado em que me comprazo.”. (Marcos 1:19).

O batismo de Jesus é um exemplo que ficou para todos nós e serve como um portal para a família de Deus.


Quando somos colocados debaixo da água e trazidos de volta para cima, estamos fazendo simbolicamente duas coisas que foram feitas a Cristo: A morte e a ressurreição. Nossos pecados são sepultados e surge um novo homem. “E todos que fomos batizados fomos batizados em sua morte. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressurgiu dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos em novidade de vida.” (Romanos 6:3-4)

Neste texto estou falando daquela noite inesquecível, que foi a noite do meu batismo. Nenhuma palavra será capaz de descrever toda emoção que senti no dia em que confirmei a minha fé por meio daquela cerimônia.



Passar pelo batismo nas águas é ter a certeza da salvação. A sensação de liberdade. Saber que seu nome está escrito no livro da vida. Saber que agora você é livre e que não existe nenhuma condenação a você... não tem preço!

Mas o batismo não é um fim em si mesmo. Não quer dizer que eu nunca mais irei pecar, mas simboliza uma mudança de vida.

Outro dia, uma amiga, me enviou pelo “zap” uma mensagem, cuja autoria é atribuída a Martinho Lutero, que dizia assim:
“Pensei que o velho homem tinha morrido nas águas do batismo, mas descobri que o infeliz sabia nadar. Agora tenho que matá-lo todos os dias.”

Eu respondi:
- Todos os dias!

É como diz uma linda canção do Thales Roberto: 

“Mas todo dia o pecado vem, me chama
Todo dia as propostas vêm, me chamam
Todo dia vêm as tentações, me chamam
Todo dia vêm as tentações, me chamam
Mas eu escolho Deus
Mas eu escolho ser amigo de Deus
Eu escolho Cristo, todo dia.
Já morri pra minha vida e agora eu vivo a vida de Deus”

Ser batizado é morrer para si mesmo cada dia com a certeza que a Graça de Deus que salva pecadores como eu, que liberta, que perdoa, que traz descanso, estará sobre mim todos os dias. 

Todos os dias!

”Vinde e conversemos, ainda que os vossos pecados sejam como escarlate, eles se tornarão alvos como a neve; ainda que sejam vermelhos como carmesim, se tornarão brancos como a lã." (Isaías 1:18).

Essa alegria e emoção também estão disponíveis para você. Você só precisa crer: “Quem crer e for batizado será salvo” (Marcos 16:16) e você precisa também se arrepender: “Arrependei-vos e cada um seja batizado” (Atos 2:38)

E no dia em que você crer, e for batizado “haverá alegria no céu” (Lucas 15:7).


Eu convido você para participar comigo da Cerimônia da Santa Ceia, na próxima terça-feira, aqui mesmo neste espaço. 

“Vem comigo!”


segunda-feira, 17 de julho de 2017

QUER VENCER? NÃO FAÇA NADA!


QUER VENCER? NÃO FAÇA NADA!
Vinícius Mendes de Oliveira

Porém Moisés respondeu: - Não tenham medo. Fiquem firmes e vocês verão que o SENHOR vai salvá-los hoje. Nunca mais vocês vão ver esses egípcios. Vocês não terão de fazer nada: o SENHOR lutará por vocês. Êxodo 14:13, 14

Como se tornar um vencedor? Essa é a pergunta que persegue todos os se­res humanos. Afinal, vencer na vida invariavelmente é o que cada um de nós deseja. Há livros de autoajuda como vencer nos negócios, como se tornar um atleta campeão, como passar no vestibular - enfim, segredos de sucesso para todas as áreas da vida. Por mais diferentes que sejam a orientação e a filosofia de cada uma dessas obras, algo elas guardam em comum: há sempre uma série de passos que o leitor precisa dar e um conjunto de coisas que ele precisa fazer a fim de alcançar os resultados desejados.


Para conseguir correr uma maratona, é preciso fazer treinos diários pro­gressivos, aumentando cada vez mais a velocidade e a distância. Disciplina e esforço pessoal são o foco. Afinal de contas, é com eles que se conquista qualquer coisa nesta vida. Isso mesmo: nesta vida. Sabe por quê? No reino das coisas eternas, além do alcance humano, o conselho divino contraria to­talmente o senso comum.

Veja o caso dos israelitas recém-saídos do Egito. À frente, o mar. Atrás, o exército mais poderoso da época. Eles queriam a vitória. Na verdade, eles necessitavam desesperadamente de vencer. Era isso ou a morte. Aflitos, procuraram Moisés, já irados com o líder e se perguntando por que haviam aceitado se colocar naquela enrascada. Precisavam de um plano de ação mi­rabolante. Uma estratégia de combate ou de fuga.

Depois de consultar o Senhor, chega Moisés com o plano: querem vencer? Então não façam nada. É isso mesmo! Só esperem e confiem, pois é Deus quem lutará por vocês. E assim foi. Deus lutou e venceu extraordinariamente. Os israelitas apenas assistiram ao livramento miraculoso e atravessaram o mar em terra seca, chegando sãos e salvos ao outro lado.

Não estou defendendo aqui uma postura preguiçosa diante da vida. Há passos que você precisa dar. Entretanto, diante de causas impossíveis, o se­gredo da vitória é contrariar a sabedoria do mundo e deixar de lado a autossuficiência. Vença sem fazer nada. Vença ao lado de Deus. Ele continua lutando por você.


  

Vinícius Mendes de Oliveira - Siga o Mestre - Casa Publicadora Brasileira, 2017.

domingo, 16 de julho de 2017

NÃO SEI SE CASO OU COMPRO UMA BICICLETA!



NÃO SEI SE CASO OU COMPRO UMA BICICLETA!
Pamela Henriques Moreira – Angra dos Reis/RJ

No início deste ano combinamos, lá em casa, de nos organizar para comprar um carro. No ano passado decidimos viajar nas férias de abril de 2017, mas nossos planos mudaram e a viagem foi cancelada por conta de algumas eventualidades – então, aparentemente, a compra do carro acabou ficando mais próxima. Mas (sempre o “mas”), voltamos atrás e concordamos que viajaríamos no final deste ano; o carro ficou para depois, novamente.

Não sei se caso ou compro uma bicicleta!


Hoje, planejava mais detalhes da viagem – pois é... o carro está ficando para trás. Talvez esse não seja um daqueles casos a serem realizados de uma vez só; afinal, é caro e depende de planejamento. Mas não acredito que uma coisa exclua a outra. Em alguns casos, podem-se realizar dois desejos, sonhos ou planos em um mesmo momento. Não é algo como assobiar e chupar cana.  

Há tantas coisas que parecem excluir outros desejos. Colocamos tantos obstáculos que não enxergamos o quão simples pode ser viver mais de uma coisa ao mesmo tempo.

Uma dessas coisas é “Obediência/Felicidade”. As duas, “tudo junto e misturado”, “ao mesmo tempo”, “together”, “de mãos dadas”.

Vai dizer que, quando criança, nunca desejou ter dado ouvidos ao seu responsável, ao perceber que ter fechado os ouvidos na hora dos conselhos ou ordens resultou em algo ruim?


Uma coisa não anula a outra; podemos ser felizes e obedientes. Mais ainda, seremos felizes se formos obedientes.

“Feliz aquele que teme a Deus, o Senhor, e vive de acordo com a sua vontade! Se você for assim, ganhará o suficiente para viver, será feliz, e tudo dará certo para você.” Salmos 128:1-2 NTLH 

Deus tem um monte de promessas àqueles que obedecem Seus mandamentos e colocam em prática as Suas palavras. Temos um Pai amoroso que indica os melhores caminhos a seguir a fim de evitarmos desilusões, tristezas.

Não veja a obediência a Deus como um fardo, veja como a fonte de uma felicidade que você nunca conheceu. Experimente os frutos dessa obediência.

“Provem e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!” Salmo 34:8 NVI

Conheça mais sobre Jesus!