Colunistas

COLUNISTAS - 2017


Olá, meu nome é Pamela e acabo de descobrir o quanto é difícil fazer uma autoapresentação. 

Atualmente, moro na pacata Angra, onde trabalho. 

Sou formada em Química, apaixonada por viagens, ansiosa, estabanada, dentre outras coisas. Rs.

Aceitei o desafio de escrever para o blog, cheia de receios, dúvidas sobre o que falar e como falar, mas acredito no grande propósito de Deus em minha vida e sei que isso estava nos planos dEle.  Estou aprendendo a cada dia como superar minhas ansiedades e tenho vivido experiências que comprovam a cada dia que minha fé não é em vão,  que há um Deus que cuida de nós, que nos sustém e que criou este mundo com todo carinho e perfeição.

Espero dividir com vocês uma visão de quem tem muito a aprender, e desejo passar o que o amor de Deus tem feito em minha vida, de uma forma prática e ampla. Proponho pensarmos fora da caixinha, sem perder a essência do verdadeiro evangelho.

"Eis que Deus é minha salvação; confiarei e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; Ele se tornou a minha salvação. " (Isaías 12:2)





Eu sou Maria Paula. Metade é Maria - soberana, brava, de gênio fortíssimo, que não esconde o jeito “arretado” de ser, com raízes, orgulhosamente, nordestinas – e a outra metade é Paula: serena, leve, sorriso tranquilo e largo sempre no rosto, como costumo aparecer por aí. O antagonismo vem do nome. Eu não tenho culpa! É complexo de entender; agora imagina explicar-se? Que difícil tarefa!

Como se não bastasse esse paradoxo, eu tenho outros. Sou carioca da gema, mas a clara é potiguar. Morei em Natal dos 3 aos 12 anos de idade, mas nasci no Rio e, depois, voltei pra cá. No meio do caminho, conheci outros lugares - mas eu tenho preguiça de explicar essa parte... Podemos pular?

Ah, a preguiça é uma característica que me acompanha. Tenho preguiça de discussões infrutíferas, de confusões irrelevantes e preguiça de dar explicações sobre muita coisa. Nem sempre falo sobre o que penso (às vezes, tenho preguiça – risos). Mas sempre penso. E muito. Aí está a minha paixão pelas boas leituras, por um Deus que é capaz de ser tão razão e tão amor ao mesmo tempo e pelas pessoas, que estão sempre me ensinando sobre o amor.

Hoje, eu sou fonoaudióloga, intérprete de LIBRAS, apaixonada pela Comunidade Surda, estudante de sua cultura e sigo acreditando no amor de Jesus por mim para, assim, tentar amar melhor os outros.

A partir de agora, estarei semanalmente por aqui na coluna “Hoje é dia de Maria”, partilhando um pouco de mim com vocês e vivendo essa experiência incrível!

É isso. Muito prazer!


O meu nome é Airton, e o apelido “Amigão” vem de uma homenagem carinhosa e muito generosa dos mais novos da turma, pois sempre fui o mais velho de todas as turmas em que participei. Ou seja, sou um daqueles que nunca procurou sua verdadeira turma.
Comecei muito cedo escrevendo textos para peças, musicais, gincanas e programas jovens que eram apresentados na igreja que frequentava quando moleque. O sucesso subiu à cabeça e aos vinte e poucos anos de idade abracei a carreira publicitária, achando que tinha muito talento e que iria ficar famoso e rico com minhas ideias geniais. Não deu certo – a carreira publicitária já desistiu de mim faz tempo, mas eu nunca desisti de escrever.

Carioca fajuto, morei em São Paulo por trinta anos. Tenho um filho adotivo e dois netos e também coleciono canecas e outras tranqueiras.

O nome da coluna  “Nosso Amigão”, é uma brincadeira com o titulo da tradicional Revista Nosso Amiguinho. O amiguinho da turma cresceu, envelheceu, e pra não chamar de Nosso Velhinho, virou agora o Nosso Amigão.

Vou escrever sobre temas gerais, com ênfase nos relacionamentos interpessoais, sempre baseado nos dois principais fundamentos que norteiam minha vida desde sempre:

1. Não sirvo de exemplo para ninguém. Digo “amem”, ao invés de amém.
2. A salvação é individual.

Acredito, realmente, que todas as críticas e puxões de orelhas são construtivos. Portanto, sinta-se à vontade.


Pensei em 2.387 formas diferentes de me descrever, e confessar isso já é, em si, a primeira característica (minha) que eu exponho para vocês.

Não tem jeito, eu falo demais. Vamos deixar assim: meu nome e uma frase.

  • João Octávio Barbosa e Silva, comumente reduzido pelas iniciais JOBS.

  • Talvez eu seja o mais cristão dos meus amigos “mundanos” e o mais “mundano” dos meus amigos cristãos.

E por que estou aqui? Ano passado, eu vim para contar histórias de personagens coadjuvantes e figurantes de poucas falas no roteiro da Bíblia e do mundo. Afinal de contas, “é nos pequenos frascos que com ferro será ferido” (Colorado, Chapolin). 

Este ano eu vim para fazer "revelações". Sim! Revelar informações sobre o conteúdo de filmes. A minha coluna agora se chama "Alerta de Spoiler" - depois não diga que eu não avisei... 

Mas longe de serem chamados de desmancha-prazeres, os spoilers, aqui, servem pro seu crescimento.

Espero estimular reflexões sobre os textos postados. Não ouso nem quero ser um formador de opiniões, mas, sim, um expositor.

Bom, serão quase 50 quartas-feiras. Ainda tenho muito a falar (escrever). Vamos lá!


Olá, tudo bem por aí?
Eu sou a Carina, mas pode me chamar de Cah. Nasci, cresci e sempre vivi no Rio de Janeiro. Tenho 26 anos, formada em Publicidade e Propaganda, minha cor preferida é lilás. Amo fotografia, uma boa conversa, uma bela história, cachorros, viajar (mesmo que em pensamento), conhecer coisas novas, coisas que nos fazem felizes, coisas boas pra vida. Atualmente estou morando no Texas e vivendo uma experiência incrível!
Sempre quis ter um blog, mas a vida corrida só adiava meus planos, até que fui convidada para participar deste projeto. Vou escrever sobre coisas que fazem a vida mais feliz e saudável, exercícios divertidos, receitas fáceis e saborosas, dicas de bons livros, música, decoração e beleza (inclusive a interior)... enfim, “Dicas de Cah”.

A gente se vê nos comentários e por aí...



Meu nome é Denize.
Carioca com raízes no Nordeste do Brasil, o quintal da minha vida é a praia, meu combustível é o otimismo, e a felicidade, pra mim, é um caminho e não o destino. Viajar é sempre o ponto de partida.

Meu maior desafio é ser apenas uma, quando, na verdade, há trabalho e lazer para três de mim. Meus maiores tesouros: o Deus no qual eu confio e minha amada família. Minha ideia é sorrir. O meu jeito é sorrir. O meu grito é sorrir. Não importa a tempestade que esteja caindo lá fora... um sorriso sempre cai bem.

Pedagoga formada na área de Administração Escolar, sou pós-graduada em Psicopedagogia e bacharel em Direito; e apesar de amar a Educação, ter saudade dos meus aluninhos, e ainda sustentar que minha melhor profissão é a de Educadora, trabalho atualmente no Judiciário - e vou contar uma coisa pra você: "fazer justiça com as próprias mãos" é muito legal! 
(Não me julgue mal... é que eu escrevo soluções jurídicas para casos concretos, e é assim que uso as minhas próprias mãos para fazer justiça; um trabalho "legal", por qualquer ângulo que se examine a questão.)

Aprendi, na vida, que nada faz sentido se não tocamos o coração das pessoas, e tento, todos os dias, ser alguém melhor do que fui no dia anterior. Às vezes falho. E recomeço.

Vou estar por aqui semanalmente, pra que a gente fique de olho nas coisas simples da vida e pense um pouco mais detidamente a respeito delas.


Oi! Meu nome é Jackson, tenho 26 anos. Estudante de Direito da UFRRJ e eterno aluno do Colégio Pedro II, atualmente trabalho como Operador da subestação de Furnas em Angra dos Reis, lugar onde moro. Meu time de coração é o Bangu e toco contrabaixo por diversão.

De tudo o que sou, conquistei e já fiz, o que mais me empolga é ser cristão. Gosto da fé lógica, de pensar sobre Deus e de perceber que Deus age de modo, muitas vezes, entendível, apesar dos preciosos milagres diários, como a vida.

Esse espaço será dedicado pra gente conversar sobre pessoas, mas não vamos fazer fofoca. Vamos, acima de tudo, falar sobre o Alto.

 
 



COLUNISTAS - 2016

Olá, meu nome é Pamela e acabo de descobrir o quanto é difícil fazer uma autoapresentação. Atualmente, me divido entre a pacata Angra, onde trabalho, e a cidade maravilhosa, Rio de Janeiro. Sou formada em Química, apaixonada por viagens, ansiosa, estabanada, dentre outras coisas. Rs.

Aceitei o desafio de escrever para o blog, cheia de receios, dúvidas sobre o que falar e como falar, mas acredito no grande propósito de Deus em minha vida e sei que isso estava nos planos dEle.  Estou aprendendo a cada dia como superar minhas ansiedades e tenho vivido experiências que comprovam a cada dia que minha fé não é em vão,  que há um Deus que cuida de nós, que nos sustém e que criou este mundo com todo carinho e perfeição.

Espero dividir com vocês uma visão de quem tem muito a aprender, e desejo passar o que o amor de Deus tem feito em minha vida, de uma forma prática e ampla. Proponho pensarmos fora da caixinha, sem perder a essência do verdadeiro evangelho.

"Eis que Deus é minha salvação; confiarei e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico; Ele se tornou a minha salvação. " (Isaías 12:2)




Quando fui convidado a escrever toda semana para um blog, pensei: eis a chance de expressar de maneira mais ampla tantas coisas que penso, sinto e desenvolvo todos os dias. Achei que seria fácil falar da vida, das artes, do cotidiano de uma cidade em constante transformação como o Rio, onde vivo, ou mesmo dos pequenos fatos que fazem parte do meu constante ir e vir. Pensei em falar tudo isso conectado a umas das áreas que mais gosto de estudar: a História.

Ao começar, me deparei com uma difícil missão, escrever o que se sente ou pensa para tantas pessoas lerem é um desafio maior do que imaginei. Talvez seja mais fácil somente pensar sem colocar na ponta do lápis. Quando escrevemos, o mundo se abre ainda mais pra gente e nós nos escancaramos para o mundo.

Enquanto escrevo percebo que minha dificuldade, talvez, não seja a crescente transformação da sociedade ao meu redor, mas a mutação constante no meu agir, falar e na maneira de encarar as coisas. Jornais e revistas alarmam todos os dias as altas temperaturas do nosso verão. Tá quente demais, e como muitos gostam de dizer, “o verão deste ano é o pior de todos”. Uma simples pesquisa na internet nos permite encontrar que o ano 2010 foi o mais quente da história de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

Talvez o mundo de hoje não seja mesmo tão diferente do de ontem. Talvez o diferente aqui seja eu. Convido você a descobrir as nossas encantadoras diferenças entre o ontem e o hoje, num olhar humano-histórico-social, sem jamais deixar de lado a essência de um cristianismo prático e atual, muitas vezes distante da nossa cruel realidade.

Meu nome é Sérgio, estudante do 9º período de Direito, cursei História, e trabalho em uma empresa de TI. Carioca convicto e apreciador das maravilhas criadas por Deus aqui e nos diversos recantos deste planeta chamado Terra - através de viagens, livros e internet. Observador das transformações internas e externas, minhas, do próximo e da sociedade. Acredito que conhecer e respeitar o outro é trazer, pra si, um pouco da essência de Deus.


O meu nome é Airton, e o apelido “Amigão” vem de uma homenagem carinhosa e muito generosa dos mais novos da turma, pois sempre fui o mais velho de todas as turmas em que participei. Ou seja, sou um daqueles que nunca procurou sua verdadeira turma.
Comecei muito cedo escrevendo textos para peças, musicais, gincanas e programas jovens que eram apresentados na igreja que frequentava quando moleque. O sucesso subiu à cabeça e aos vinte e poucos anos de idade abracei a carreira publicitária, achando que tinha muito talento e que iria ficar famoso e rico com minhas ideias geniais. Não deu certo – a carreira publicitária já desistiu de mim faz tempo, mas eu nunca desisti de escrever.

Carioca fajuto, morei em São Paulo por trinta anos. Tenho um filho adotivo e dois netos e também coleciono canecas e outras tranqueiras.

O nome da coluna  “Nosso Amigão”, é uma brincadeira com o titulo da tradicional Revista Nosso Amiguinho. O amiguinho da turma cresceu, envelheceu, e pra não chamar de Nosso Velhinho, virou agora o Nosso Amigão.

Vou escrever sobre temas gerais, com ênfase nos relacionamentos interpessoais, sempre baseado nos dois principais fundamentos que norteiam minha vida desde sempre:

1. Não sirvo de exemplo para ninguém. Digo “amem”, ao invés de amém.
2. A salvação é individual.

Acredito, realmente, que todas as críticas e puxões de orelhas são construtivos. Portanto, sinta-se à vontade.


Pensei em 2.387 formas diferentes de me descrever, e confessar isso já é, em si, a primeira característica (minha) que eu exponho para vocês.

Não tem jeito, eu falo demais. Vamos deixar assim: meu nome e uma frase.

  • João Octávio Barbosa e Silva, comumente reduzido pelas iniciais JOBS.

  • Talvez eu seja o mais cristão dos meus amigos “mundanos” e o mais “mundano” dos meus amigos cristãos.
E por que estou aqui? Para contar histórias de personagens coadjuvantes e figurantes de poucas falas no roteiro da Bíblia e do mundo. Afinal de contas, “é nos pequenos frascos que com ferro será ferido” (Colorado, Chapolin).

Espero estimular reflexões sobre os textos postados. Não ouso nem quero ser um formador de opiniões, e sim um expositor.

Bom, serão quase 50 quartas-feiras. Ainda tenho muito a falar (escrever). Vamos conhecer juntos esses perfis ignorados, impopulares, esquecidos... sem curtidas.


Olá, tudo bem por aí?

Eu sou a Carina, mas pode me chamar de Cah. Nasci, cresci e sempre vivi no Rio de Janeiro. Tenho 25 anos, formada em Publicidade e Propaganda, minha cor preferida é lilás. Amo fotografia, uma boa conversa, uma bela história, cachorros, viajar (mesmo que em pensamento), conhecer coisas novas, coisas felizes, coisas boas pra vida.

Sempre quis ter um blog, mas a vida corrida só adiava meus planos, até que fui convidada para participar deste projeto. Vou escrever sobre coisas que fazem a vida mais feliz e saudável, exercícios divertidos, receitas fáceis e saborosas, dicas de bons livros, música, decoração e beleza (inclusive a interior)... enfim, “Dicas de Cah”.

A gente se vê nos comentários e por aí...


Meu nome é Denize.
Carioca com raízes no Nordeste do Brasil, o quintal da minha vida é a praia, meu combustível é o otimismo, e a felicidade, pra mim, é um caminho e não o destino. Viajar é sempre o ponto de partida.

Meu maior desafio é ser apenas uma, quando, na verdade, há trabalho e lazer para três de mim. Meus maiores tesouros: o Deus no qual eu confio e minha amada família. Minha ideia é sorrir. O meu jeito é sorrir. O meu grito é sorrir. Não importa a tempestade que esteja caindo lá fora... um sorriso sempre cai bem.

Pedagoga formada na área de Administração Escolar, sou pós-graduada em Psicopedagogia e bacharel em Direito; e apesar de amar a Educação, ter saudade dos meus aluninhos, e ainda sustentar que minha melhor profissão é a de Educadora, trabalho atualmente no Judiciário - e vou contar uma coisa pra você: "fazer justiça com as próprias mãos" é muito legal! 

(Não me julgue mal... é que eu escrevo soluções jurídicas para casos concretos, e é assim que uso as minhas próprias mãos para fazer justiça; um trabalho "legal", por qualquer ângulo que se examine a questão.)

Aprendi, na vida, que nada faz sentido se não tocamos o coração das pessoas, e tento, todos os dias, ser alguém melhor do que fui no dia anterior. Às vezes falho. E recomeço.

Vou estar por aqui semanalmente, pra que a gente fique de olho nas coisas simples da vida e pense um pouco mais detidamente a respeito delas.


Oi! Meu nome é Jackson, tenho 26 anos. Estudante de Direito da UFRRJ e eterno aluno do Colégio Pedro II, atualmente trabalho como Operador da subestação de Furnas em Angra dos Reis, lugar onde moro. Meu time de coração é o Bangu e toco contrabaixo por diversão.
De tudo o que sou, conquistei e já fiz, o que mais me empolga é ser cristão. Gosto da fé lógica, de pensar sobre Deus e de perceber que Deus age de modo, muitas vezes, entendível, apesar dos preciosos milagres diários, como a vida.
Esse espaço será dedicado pra gente conversar sobre pessoas, mas não vamos fazer fofoca. Vamos, acima de tudo, falar sobre o Alto.


 
 


COLUNISTAS - 2015

Não costumo falar de mim. Acredito que sou muito melhor definida por meus amigos e pelas pessoas que me amam, mas topei o desafio.

Carioca da gema, com um coração que, pode-se dizer, mal cabe no planeta, costumo afirmar que gosto mesmo é de gente. Formada em Letras e revisora de coração e alma, às vezes penso que posso estar na profissão errada. As letras, elas até me encantam, construções gramaticais bem feitas enchem meu coração de alegria, mas o que me deixa em êxtase mesmo é uma boa conversa! Conhecer pessoas, ouvi-las, trocar experiências e ajudar da melhor maneira que estiver ao meu alcance, isso, sim, pode ser considerado meu grande traço de personalidade.


Esse meu lado me leva a dividir meu amor pelas letras com o amor pelas pessoas e, por assim dizer, pela Psicologia.

Pelo número de vezes que repeti a palavra coração, neste texto, já dá pra notar que sou mesmo toda coração. Alguém que curte o que faz e, além de tudo, curte a vida da melhor maneira que ela possa se apresentar.

O nome da minha coluna é uma brincadeira, mas ao mesmo tempo, uma escolha reflexiva em relação à vida. Pois, como já disse antes, gosto da vida e de pensar que ela tem uma maneira doce, bondosa e gentil de se apresentar para nós.

“Pra não dizer que não falei das flores” é uma maneira criativa e divertida de pegar tudo que nos aparece nesta vida e tentar, de uma maneira bem lúdica, por meio da Literatura e de lições práticas da Bíblia (não há livro melhor para nos ensinar o caminho da felicidade), enxergar toda a beleza e gentileza que a vida possa nos oferecer.

Porque pode acreditar, meu amigo, a vida é bonita e não precisamos, de maneira nenhuma, ter vergonha de ser feliz.

A propósito, meu nome é Lucileide, mas podem me chamar de Lu. =)




Quando fui convidado a escrever toda semana para um blog, pensei: eis a chance de expressar de maneira mais ampla tantas coisas que penso, sinto e desenvolvo todos os dias. Achei que seria fácil falar da vida, das artes, do cotidiano de uma cidade em constante transformação como o Rio, onde vivo, ou mesmo dos pequenos fatos que fazem parte do meu constante ir e vir. Pensei em falar tudo isso conectado a umas das áreas que mais gosto de estudar: a História.

Ao começar, me deparei com uma difícil missão, escrever o que se sente ou pensa para tantas pessoas lerem é um desafio maior do que imaginei. Talvez seja mais fácil somente pensar sem colocar na ponta do lápis. Quando escrevemos, o mundo se abre ainda mais pra gente e nós nos escancaramos para o mundo.

Enquanto escrevo percebo que minha dificuldade, talvez, não seja a crescente transformação da sociedade ao meu redor, mas a mutação constante no meu agir, falar e na maneira de encarar as coisas. Jornais e revistas alarmam todos os dias as altas temperaturas do nosso verão. Tá quente demais, e como muitos gostam de dizer, “o verão deste ano é o pior de todos”. Uma simples pesquisa na internet nos permite encontrar que o ano 2010 foi o mais quente da história de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

Talvez o mundo de hoje não seja mesmo tão diferente do de ontem. Talvez o diferente aqui seja eu. Convido você a descobrir as nossas encantadoras diferenças entre o ontem e o hoje, num olhar humano-histórico-social, sem jamais deixar de lado a essência de um cristianismo prático e atual, muitas vezes distante da nossa cruel realidade.

Meu nome é Sérgio, estudante do 9º período de Direito, cursei História, e trabalho em uma empresa de TI. Carioca convicto e apreciador das maravilhas criadas por Deus aqui e nos diversos recantos deste planeta chamado Terra - através de viagens, livros e internet. Observador das transformações internas e externas, minhas, do próximo e da sociedade. Acredito que conhecer e respeitar o outro é trazer, pra si, um pouco da essência de Deus.


O meu nome é Airton, e o apelido “Amigão” vem de uma homenagem carinhosa e muito generosa dos mais novos da turma, pois sempre fui o mais velho de todas as turmas em que participei. Ou seja, sou um daqueles que nunca procurou sua verdadeira turma.

Comecei muito cedo escrevendo textos para peças, musicais, gincanas e programas jovens que eram apresentados na igreja que frequentava quando moleque. O sucesso subiu à cabeça e aos vinte e poucos anos de idade abracei a carreira publicitária, achando que tinha muito talento e que iria ficar famoso e rico com minhas ideias geniais. Não deu certo – a carreira publicitária já desistiu de mim faz tempo, mas eu nunca desisti de escrever.

Carioca fajuto, morei em São Paulo por trinta anos. Tenho um filho adotivo e dois netos e também coleciono canecas e outras tranqueiras.

O nome da coluna  “Nosso Amigão”, é uma brincadeira com o titulo da tradicional Revista Nosso Amiguinho. O amiguinho da turma cresceu, envelheceu, e pra não chamar de Nosso Velhinho, virou agora o Nosso Amigão.

Vou escrever sobre temas gerais, com ênfase nos relacionamentos interpessoais, sempre baseado nos dois principais fundamentos que norteiam minha vida desde sempre:

1. Não sirvo de exemplo para ninguém. Digo “amem”, ao invés de amém.
2. A salvação é individual.

Acredito, realmente, que todas as críticas e puxões de orelhas são construtivos. Portanto, sinta-se à vontade.



Olá, meu nome é Luiz Eduardo. Como toda pessoa com nome composto, não costumo ser chamado pelos dois nomes, a menos que a coisa esteja feia pro meu lado. Normalmente, sou conhecido como Eduardo, Edu ou Dudu.
Nasci no Rio de Janeiro mesmo, apesar de algumas pessoas acharem que nasci em Porto Rico e outras, na Angola (isso é uma história muito longa...).  Sou o caçula do grupo, tenho 22 anos, mesmo não parecendo sempre. Ah, como pude esquecer?! Tenho uma irmã, supostamente gêmea, só que mais velha.

Sou um cara simpático (espero), simples, discreto na maioria das vezes, solícito. Meu humor? Acho que é melhor você tirar suas próprias conclusões!

Meus hobbies são mais no estilo aventureiro: caminhadas, acampamentos etc. Mas não dispenso uma boa saída com amigos, bons filmes e boas leituras. Também gosto de música, "arranho" um pouco flauta transversa e admiro um pouco violão. Quanto às atividades, dá pra dizer que sou até versátil.

Atualmente, estudo Química Industrial e, como bem disse um professor meu: "Ninguém que passe 4 anos ou mais num instituto de química pode dizer que não é louco." (Ouvir isso de alguém que passou mais de 30 anos em um, foi reconfortante!)

Vamos interagir através da coluna Papo Cabeça. Antes que alguém já desista de cara, não iremos falar sobre coisas chatas nem teorias dificílimas; falaremos de coisas da vida com um olhar um pouco diferente. De vez em quando, usaremos alguns artifícios da química, da física, da biologia (quando eu estiver corajoso) e de outras áreas, sem aprofundar, pra tornar a leitura leve e agradável - e, claro, com uma pitada de humor.

Foi um imenso prazer me apresentar a vocês e será ainda maior nos encontrarmos toda semana.


Olá, tudo bem por aí?

Eu sou a Carina, mas pode me chamar de Cah. Nasci, cresci e sempre vivi no Rio de Janeiro. Tenho 24 anos, formada em Publicidade e Propaganda, minha cor preferida é lilás. Amo fotografia, uma boa conversa, uma bela história, cachorros, viajar (mesmo que em pensamento), conhecer coisas novas, coisas felizes, coisas boas pra vida.

Sempre quis ter um blog, mas a vida corrida só adiava meus planos, até que fui convidada para participar deste projeto. Vou escrever sobre coisas que fazem a vida mais feliz e saudável, exercícios divertidos, receitas fáceis e saborosas, dicas de bons livros, música, decoração e beleza (inclusive a interior)... enfim, “Dicas de Cah”.

A gente se vê nos comentários e por aí... 



Meu nome é Denize.
Carioca com raízes no Nordeste do Brasil, o quintal da minha vida é a praia, meu combustível é o otimismo, e a felicidade, pra mim, é um caminho e não o destino. Viajar é sempre o ponto de partida.

Meu maior desafio é ser apenas uma, quando, na verdade, há trabalho e lazer para três de mim. Meus maiores tesouros: o Deus no qual eu confio e minha amada família. Minha ideia é sorrir. O meu jeito é sorrir. O meu grito é sorrir. Não importa a tempestade que esteja caindo lá fora... um sorriso sempre cai bem.

Pedagoga formada na área de Administração Escolar, sou pós-graduada em Psicopedagogia e bacharel em Direito; e apesar de amar a Educação, ter saudade dos meus aluninhos, e ainda sustentar que minha melhor profissão é a de Educadora, trabalho atualmente no Judiciário - e vou contar uma coisa pra você: "fazer justiça com as próprias mãos" é muito legal! 
(Não me julgue mal... é que eu escrevo soluções jurídicas para casos concretos, e é assim que uso as minhas próprias mãos para fazer justiça; um trabalho "legal", por qualquer ângulo que se examine a questão.)

Aprendi, na vida, que nada faz sentido se não tocamos o coração das pessoas, e tento, todos os dias, ser alguém melhor do que fui no dia anterior. Às vezes falho. E recomeço.

Vou estar por aqui semanalmente, pra que a gente fique de olho nas coisas simples da vida e pense um pouco mais detidamente a respeito delas.


Oi! Meu nome é Jackson, tenho 25 anos. Estudante de Direito da UFRRJ e eterno aluno do Colégio Pedro II, atualmente trabalho como Operador da subestação de Furnas em Angra dos Reis, lugar onde moro. Meu time de coração é o Bangu e toco contrabaixo por diversão.

De tudo o que sou, conquistei e já fiz, o que mais me empolga é ser cristão. Gosto da fé lógica, de pensar sobre Deus e de perceber que Deus age de modo, muitas vezes, entendível, apesar dos preciosos milagres diários, como a vida.

Esse espaço será dedicado pra gente conversar sobre pessoas, mas não vamos fazer fofoca. Vamos, acima de tudo, falar sobre o Alto.